
Hoje, iniciei a tentativa de me situar nos últimos acontecimentos ocorridos no mundo, não demorou muito para encontrar fatos muito interessantes sendo relatados pelos noticiários. Logo de cara, duas reportagens que possuem muito em comum já me chamaram a atenção (o elo entre ambas: o posicionamento das mulheres na sociedade).
Primeira reportagem:
O cargo de presidente do Flamengo (mandato de 3 anos) foi conquistado pela primeira vez, por uma mulher, Patrícia Amorim, primeira a ocupar um cargo importante num time de destaque, cujo currículo fala por si mesmo, vereadora do Rio de Janeiro, atleta(nadadora) renomada nos anos 80, de modo legitimo, haja vista os méritos que lhe concederam tal conquista.
Segunda reportagem:
Cristina Kirchner, presidente da Argentina, nomeou (após exonerar o Martín Redrado da presidência do Banco Central) Mercedes Marco del Pont para ocupar o cargo, a qual dirigia o Banco Nación.
Apesar de muitos questionarem tal decisão, pois representa menor liberdade para a atuação do banco central, devido à ligação de Mercedes Marco com a presidente da Argentina, tal fato é de uma relevância incontestável.
Comentário:
As mulheres que nos últimos anos assumiram cargos de relevância na sociedade mostram as vitórias alcanças na luta pela igualdade de gêneros, todavia, apresentam também o perfil comum (em geral, masculinizados) daquelas que venceram na política, na vida profissional, entre outros meios, na luta pelo destaque da capacidade feminina de crescer, de delegar e de atuar (não só na vida familiar) nos diversos cenários sociais.
Desse modo, percebe-se que as mulheres, para se fazerem respeitar numa sociedade machista, se protegem (adicionando a suas personalidades características consideradas “masculinas”) igualando-se aos homens, exemplos na sociedade brasileira não faltam (Heloisa Helena, Marina Silva e Dilma Roussef, são só os clássicos), porém, apesar disso, não escondem em nenhum momento sua feminilidade, haja vista que cada atuação feminina, nesses cargos e em muitos outros, tem sua característica própria, torneada pela percepção (a qual sempre será diferente da do homem, o que não significa melhor nem pior) maliciosa, esperta, delicada e sensível, que só uma mulher é capaz de ter.
Diante do fato exposto, observa-se um excelente momento para se parabenizar a conquista da sociedade (nessa hora, fala-se diretamente da conquista dos gêneros, pois a ditadura do machismo prejudica não somente às mulheres, mas aos homens também, os quais se vêem obrigados a assumir determinadas posturas pelo fato de serem “condizentes” com o papel de um “homem” na sociedade, porém, quem as determinou?), não apenas a conquista das mulheres, pois apesar de serem as grandes beneficiadas, apenas estão garantindo seus direitos, e para a sociedade isso representa um passo à vitória na garantia dos direitos humanos, logo, dos direitos das mulheres, homens, gays, de todos nós.
Cristina Kirchner, presidente da Argentina, nomeou (após exonerar o Martín Redrado da presidência do Banco Central) Mercedes Marco del Pont para ocupar o cargo, a qual dirigia o Banco Nación.
Apesar de muitos questionarem tal decisão, pois representa menor liberdade para a atuação do banco central, devido à ligação de Mercedes Marco com a presidente da Argentina, tal fato é de uma relevância incontestável.
Comentário:
As mulheres que nos últimos anos assumiram cargos de relevância na sociedade mostram as vitórias alcanças na luta pela igualdade de gêneros, todavia, apresentam também o perfil comum (em geral, masculinizados) daquelas que venceram na política, na vida profissional, entre outros meios, na luta pelo destaque da capacidade feminina de crescer, de delegar e de atuar (não só na vida familiar) nos diversos cenários sociais.
Desse modo, percebe-se que as mulheres, para se fazerem respeitar numa sociedade machista, se protegem (adicionando a suas personalidades características consideradas “masculinas”) igualando-se aos homens, exemplos na sociedade brasileira não faltam (Heloisa Helena, Marina Silva e Dilma Roussef, são só os clássicos), porém, apesar disso, não escondem em nenhum momento sua feminilidade, haja vista que cada atuação feminina, nesses cargos e em muitos outros, tem sua característica própria, torneada pela percepção (a qual sempre será diferente da do homem, o que não significa melhor nem pior) maliciosa, esperta, delicada e sensível, que só uma mulher é capaz de ter.
Diante do fato exposto, observa-se um excelente momento para se parabenizar a conquista da sociedade (nessa hora, fala-se diretamente da conquista dos gêneros, pois a ditadura do machismo prejudica não somente às mulheres, mas aos homens também, os quais se vêem obrigados a assumir determinadas posturas pelo fato de serem “condizentes” com o papel de um “homem” na sociedade, porém, quem as determinou?), não apenas a conquista das mulheres, pois apesar de serem as grandes beneficiadas, apenas estão garantindo seus direitos, e para a sociedade isso representa um passo à vitória na garantia dos direitos humanos, logo, dos direitos das mulheres, homens, gays, de todos nós.

Nenhum comentário:
Postar um comentário